TEMER JÁ É RUIM, MAS AINDA PODE PIORAR

06052016-_TUK4226-Editar

images (13)

Os sucessivos desastres políticos ocorridos desde o afastamento de Dilma Rousseff demonstram que uma fraqueza política irremediável tornou o governo de Michel Temer ridiculamente incapaz de oferecer uma alternativa de estabilidade e prosperidade para o país.

Vamos classificar os fatos como eles são. A implosão do ministro da Transparência ocorreu num quadro de insurreição interna. A reconstrução do Ministério da Cultura foi obtida a muque. A revolta do movimento de mulheres forçou uma busca de talentos para integrar altos escalões do governo. Tardia demais para produzir qualquer que efeito político, mostrou-se inteiramente inócua em função da audiência, no ministério da Educação, concedida a um ator celebrizado pelo tom debochado usado para descrever um crime de estupro.

No plano interno, não há como esconder: o governo provisório perdeu o debate essencial sobre sua legitimidade. No externo, onde o poder de retaliação econômica de Brasília é perto de zero, o esforço do Itamaraty para atuar como agência de publicidade do golpe parlamentar só trouxe resultados patéticos depois que gravações mantidas em conveniente segredo até aqui desmascararam a natureza anti-democrática, mesquinha e suja, da conspiração que afastou Dilma. A desmoralização na realidade é anterior. Começou no Festival de Cannes, que retomou a tradição criada no tempo das ditaduras sul-americanas, quando, pela primeira vez, seu auditório serviu para atos de protesto. Prosseguiu no repúdio de 499 sociólogos reunidos em Nova York ao antigo príncipe da profissão, Fernando Henrique Cardoso.

A situação de fratura exposta não representa nenhuma garantia, porém, para o retorno à democracia e à preservação dos direitos e liberdades colocados em risco, mas a possibilidade de reversão do quadro atual tornou-se pelo menos verossímil.

Afastada do posto, numa espécie de exílio vigiado no Alvorada, hoje Dilma desfruta dos melhores índices de aprovação desde o tumultuado início do segundo mandato. Sua recuperação é expressão, em primeiro lugar, da conjuntura política e da desarticulação visível do governo Temer.

A presença de Dilma no Memorial Darcy Ribeiro, para o lançamento, ontem, do livro “A resistência ao golpe de 2016″, que reúne artigos de uma seleção de autores comprometidos com a causa democrática, marca uma diferença que permite comparações — a favor da presidente afastada.

Em julho de 1964, quatro meses depois do golpe militar, o cronista Carlos Heitor Cony, que foi um dos principais críticos dos anos iniciais da ditadura, assegurando ao Correio da Manhã um prestígio que jamais possuiu, lançou a coletânea O Ato e O Fato, na Feira de Livro do Rio de Janeiro. A presença de leitores foi enorme, como mostram fotos incluídas na contracapa de uma edição posterior, onde se lê: “foi a primeira manifestação civil realmente espontânea contra o regime militar.”

A diferença central em relação aos dias de hoje é a presença de Dilma na resistência. Ontem, ela fez um discurso de 40 minutos, tão bem sucedido que, no final, a platéia gritava querendo mais. Acusou os adversários de “usar a democracia contra ela mesma.” Para sublinhar que as denúncias usadas para afastá-la não foram mais do que um pretexto, lembrou que, em nenhuma das gravações que documentam a conspiração, fala-se de “pedaladas fiscais nem do plano Safra.” Lembrou da condição feminina, referência indispensável numa conjuntura onde o movimento de mulheres assumiu um lugar destacado na resistência. Repudiou os “xingamentos de caráter sexista” usados pelas hordas mais selvagens, dizendo ainda que “a resistência ao golpe é um pouco mais difícil para as mulheres.”

“Temos nossa consciência” disse a presidente, ao se despedir. “Sabemos porque lutamos: o único rumo ao nosso país é a democracia.”

Ao contrário do que se diz, as gravações descobertas pelo repórter Rubem Valente não revelam a disposição de parar a Lava Jato. Nenhum dos interlocutores engravatados manifestou interesse, por exemplo, em defender o direito de Luiz Inácio Lula da Silva a presunção da inocência. Como notou o indispensável Janio de Freitas, a finalidade das conversas é manter as operações no curso realizado até aqui, como uma ação seletiva contra uma fração definida do sistema político, aquela que as lideranças que se apossaram do poder e da riqueza há mais de 500 anos tornaram-se incapazes de vencer pelo voto do povo.

Não vamos criminalizar as ideias e interesses que movem a luta política. Nem vamos fingir que imaculados princípios morais se encontram no centro das preocupações. O logro Eduardo Cunha descarta inteiramente essa possibilidade.

O objetivo real é destruir pela raiz um projeto político-econômico que permitiu, por uma década e meia, que o país apostasse no crescimento do  mercado de massas e o apoio a industria local. Não se trata de uma disputa democrática — e por isso não pode ser levada para as urnas. Sua base não é a legitimidade, mas o interesse de uma classe, os 1% que dominam a riqueza e o poder no país. A pressa é tamanha que até a ministra de Relações Exteriores da Argentina protestou contra o ritmo acelerado de seu colega brasileiro José Serra em rever tratados comerciais entre os dois países.

A experiência ensina que rupturas institucionais sem grandes cenas de violência, frequentemente descritas como um tumor quase benigno, podem se transformar num estímulo a aventuras maiores, irresponsáveis e nocivas, que muitas vezes são promovidas quando um regime de exceção não se encontra em posição de força, mas de fraqueza.

O período mais selvagem da ditadura de 1964 foi inaugurado em dezembro de 1968. Naquele momento, o regime dos generais enfrentava um ambiente hostil no país. Por motivos mais do que compreensíveis, a cultura tornara-se um universo dedicado a  formas variadas de protesto. Depois de abençoar o golpe, padres e mesmo alguns bispos passaram a  constituir o “clero revoltoso”, na expressão dos aliados do regime. O  descontentamento aparecia nas universidades, ruas e nas fábricas. No Congresso, a ditadura foi derrotado numa votação crucial, na qual estava em jogo a proteção da imunidade parlamentar: 70 deputados do partido criado pelos generais votaram contra o governo. As principais lideranças civis do Brasil anterior ao golpe haviam tentado unificar-se, construindo a Frente Ampla.

Nessa situação, os comandantes militares, que tinham as rédeas do regime,  optaram pela pior opção  possível, numa atitude que confirma a velha observação de que, a beira do abismo, muitas pessoas só conseguem dar um passo em frente. Aprofundaram a  ditadura, suspendendo as garantias institucionais que restavam — como o habeas corpus –, transformando a violência dura do aparato repressivo em terror organizado pelo Estado. Uma ditadura que durava quatro anos prolongou-se por mais 17.

Retirado de circulação por caminhões do Exército, quando saía de suas oficinas gráficas, o editorial “Instituições em frangalhos,” do Estado de S. Paulo, braço midiático do golpe de 31 de março que não deixava de enxergar a tragédia em curso, descrevia a conjuntura que levou ao AI-5 com palavras claras. Falando dos governantes de farda, sem sensibilidade para perceber “sinais precursores de grandes terremotos”, o jornal dizia que o marechal-presidente Costa e Silva não fora capaz de perceber que dirigir um país “é coisa muito diferente de comandar uma divisão ou  um Exército.” Sintetizando suas avaliação, o jornal falava de um “estado de coisas que tanto se assemelha ao desmantelamento total de um regime…cuja integridade encontra-se por um fio.”

Não há comparação possível entre as duas situações e respectivos personagens. A opção de uma parcela importante dos adversários da ditadura para ações armadas ajudou a unificar a elite dirigente e seus fiadores internacionais no apoio à ditadura. A situação é muito diferente de hoje, quando a resistência ao golpe assume a perspectiva da democracia e defesa da liberdade.

O exemplo de 1968, no entanto, adverte homens e mulheres de 2016 que uma situação ruim sempre pode ficar pior. Por essa razão, o combate ao golpe e à restauração do regime democrático não é uma opção entre outras — mas uma necessidade, acima de tudo.

Fonte: Brasil 247

Salgueiro recebe a imagem de Nossa Senhora Aparecida nesta terça-feira

dom-recebe-300x225

Precedendo a tradicional Trezena de Santo Antônio, a Diocese Salgueiro recebe na noite desta terça-feira (31) a imagem de Nossa Senhora Aparecida, vinda diretamente do Santuário de Aparecida do Norte, em São Paulo, onde o bispo Dom Magnus Henrique Lopes passou os últimos dias.

A imagem será coroada em Santa Missa celebrada hoje na Igreja Matriz por Dom Magnus. O bispo diocesano de Salgueiro recebeu a imagem da santa no último dia 19, em celebração na Basílica do Santuário Nacional de Aparecida, com transmissão ao vivo para todo o país.

Pelos próximos 365 dias, a imagem permanecerá na Diocese Salgueiro e passará por todas as 21 paróquias da circunscrição religiosa.  A celebração faz parte das comemorações pelo Jubileude 300 anos do encontro da imagem nas águas do Rio Paraíba, em São Paulo.

Fonte: Blog Alvinho Patriota

33 monstros e uma menina-flor: precisamos falar de estupro!

1460203_613409995365016_146867069_n

A cada onze minutos, uma mulher é estuprada no Brasil. E a cada mulher violentada, todas nós saímos machucadas. Nas últimas horas pudemos acompanhar o drama de uma menina de 16 anos, covardemente violentada por 33 homens, que a doparam e a estupraram, e não obstante a violência e a covardia que fizeram com ela, publicaram vídeos e fotos, ostentando um crime dessa natureza como quem ostenta um grande troféu.

Uma menina de 16 anos teve sua dignidade e seu corpo violados por seres (des)humanos. Esta mesma menina representa uma questão que há muito se estende na nossa sociedade, e que cada vez é menos debatida: o imperialismo da cultura do estupro. Foi necessário uma barbárie dessas para este assunto voltar urgentemente para a pauta. Precisamos falar sobre a cultura do estupro, que não dispensa sequer as criancinhas. A cultura do estupro é quem sustenta a tese de que toda vítima de violência sexual contribuiu de alguma forma para o ocorrido. A cultura do estupro é quem sustenta comentários do tipo “se estivesse em casa, não teria acontecido.” Mas não. A cultura do estupro não tem nada a ver com lugares, roupas, etc. Só essa cultura de natureza machista, que entende que a mulher sempre será objeto para o homem ou submissa à este, é quem sustenta, por exemplo, muitos acharem normal o Deputado Jair Bolsonaro se dirigir a uma Deputada e dizer: “eu não te estupro porque você é muito feia, não merece.” Só esta cultura sustenta como plausível o atual Ministro da Educação, Mendonça Filho, ouvir Alexandre Frota sobre as diretrizes da educação no país, justo Frota, que num programa de auditório relatou um estupro e mesmo assim foi aplaudido. Pois bem, precisamos rever algumas coisas. Especificamente no tocante a inversão de valores, pois só a cultura do estupro, permite que o errado seja certo, ou ao menos justificável, e só esta cultura permite, também, uma inversão de papéis: a vítima passa a ser culpada e os agressores passam a ser defendidos.

Logo após a repercussão deste caso, foi muito comum observarmos alguns comentários no sentido de defender o indefensável. Comentários indicavam que a vítima é a real culpada pela violência que a mesma sofreu. Comentários toscos do tipo: se tivesse em casa.. se tivesse na escola.. se tivesse na igreja.. Pois bem, esses “e se” não cabem aqui. Esses “e se'” não cabem para justificar esta violência. Mas quem é adepto da corrente do “se”, e, consequentemente aplaude de pé a cultura do estupro, poderia explicar os casos de estupros dentro da própria casa? Os casos que comumente estamos vendo de assédio nos campus das Universidades?? Pois é, diante de tantos casos ocorridos de maneiras tão diversas, a corrente do “se” cai por terra.

O que fico mais perplexa é ver esta inversão de valores estampada na nossa cara. O errado de alguma maneira passa a ser certo, aceito ou justificável. Quando quem é vítima passa a ser o núcleo da ação, como se tivesse contribuído para algo, justificando atitudes dessa natureza e querendo que a gente engula a seco tudo isso. Não é a roupa. Não é de sexo que estamos falando. É de violência. Da mais grave! Se você consegue, diante de uma situação dessas, achar um meio para dar justificativa plausível para os agressores, parabéns, você é um(a) idiota. É tão agressor quanto aqueles que praticaram esta barbárie. Um lixo. Posso andar de short, sainha ou qualquer outra roupa. Posso frequentar a balada ou a igreja. Isso não define nada. Agora se você consegue ostentar defesa para agressores e situações assim, culpando a vítima pela violência sofrida, isso fala muito de quem você é: parte da escória deste mundo!

 

Lívia de Lima Monteiro, mulher, advogada, redatora deste blog e militante na causa contra a cultura do estupro!

Marieta Severo diz que defender MinC não é ignorar saúde e educação

610360-970x600-1

A atriz Marieta Severo, que se apresentou na ocupação do prédio da Funarte no Rio, nesta quinta-feira (19), pediu para que as pessoas parassem de opor as manifestações pela volta do Ministério da Cultura a reivindicações por melhorias na saúde e na educação.

“Não coloquem a cultura em uma posição contrária à saúde e à educação”, declarou a atriz em um depoimento à página do Circuito Universitário de Cultura e Arte (Cuca) da UNE (União Nacional dos Estudante) depois de se apresentar.

“O que nós queremos é construir um país junto com a saúde, junto com a educação, mas dentro de um governo legítimo. Não queremos isso em um governo ilegítimo. Nós não reconhecemos esse governo”, acrescentou Marieta sobre o presidente interino Michel Temer.

A atriz, que na segunda (16) participou de reunião de artistas contrários ao fim do MinC, leu um poema de Vinicius de Moraes para os participantes da ocupação.

Além dela, Otto, Lenine, Frejat e Leoni já se apresentaram no Palácio Capanema, no centro do Rio. Na noite desta sexta-feira (20), o local recebeu Caetano Veloso e Erasmo Carlos.

O Rio é uma das 16 capitais com manifestações contra o governo interino. Em todos os Estados, os participantes organizam agendas culturais com shows, oficinas e palestras nos locais.

Fonte: Folha de São Paulo

Seminário : Salgueiro pensa futuro

IMG-20160515-WA0033

Focando o futuro, na manhã deste domingo,na CDL,os partidos de oposições de Salgueiro,formados pelas agremiações partidárias
PMDB/DEM/PSDB/PTB/PV/PSL/PRB/PPS/PTdoB/PROS/PRTB/PSDC e PP, promoveram a primeira plenária com a finalidade de colher propostas juntos aos diversos segmentos sociais da comunidade visando o desenvolvimento econômico,social e político do município de Salgueiro.
Os partidos políticos mencionados se uniram em torno de Clebel Cordeiro e Dr Chico Sampaio, como pré-candidatos à Prefeito e vice,respectivamente. O grupo político realizou este evento com o intuito de mostrar a população salgueirense os primeiros planos de governo para o desenvolvimento do município, caso logrem êxito nas eleições municipais que ocorrem este ano.
Lívia de Lima Monteiro- Redatora

CREUZA PEREIRA: UMA TRAJETÓRIA POLÍTICA VITORIOSA.

 

IMG-20160513-WA0060

Em meio a uma semana bastante conturbada na política do nosso País, marcada pelo afastamento da Presidente da República, Dilma Rousseff, momento que provocara efeito e repercussão a nível Internacional, eis que para o povo sertanejo, especialmente aquele do interior de Pernambuco, surge uma luz no fim do túnel : Creuza Pereira, ex-Prefeita de Salgueiro/PE, será empossada no cargo de Deputada Federal, tornando-se, desse modo, a primeira Deputada sertaneja na Câmara Federal.

Importante mencionar que Dona Creuza, foi Prefeita do Município de Salgueiro por três mandatos, sendo considerada uma ótima gestora Municipal, tendo sido uma das grandes responsáveis pelo desenvolvimento de Salgueiro. Além disso, conseguiu eleger seu sucessor, Dr Marcones Libório, atual prefeito da cidade.

Creuza também participou efetivamente da gestão do ex-Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (in memoriam), tendo sido uma das precursoras do programa “Mãe Coruja” no Estado.

Na corrida eleitoral de 2014, Creuza concorreu para Deputada Federal, devendo ser empossada apenas agora, em virtude da convocação de vários deputados para compor os ministérios do Governo Temer.

Grande parte da população salgueirense, ainda que em meio à tristeza e ao desconforto provocado pelo afastamento da Presidente Dilma, uma vez que, vale ressaltar, foi nos Governos do PT (Lula/Dilma), que Salgueiro alavancou para o progresso, crescendo em vários setores de maneira significativa, vê a entrada de Dona Creuza na Câmara Federal como uma solução, apostando as fichas que a mesma contribuirá para o crescimento e o incentivo dos inúmeros programas dos Governos Lula e Dilma, que tanto contribuíram para o desenvolvimento de Salgueiro e do País, tais como: “minha casa minha vida, ProUni, Pronatec, Institutos Federais (IF), Fies, Bolsa Família, mais médicos, etc, bem como as obras que abarcam o município e fomentaram a geração de emprego e renda na região,  tais como a Transnordestina e a Transposição do Rio São Francisco.

Lívia de Lima Monteiro

Redatora.

 

“EU VEJO O FUTURO REPETIR O PASSADO.”

13178698_823392207766843_7674959403060577322_n 13221033_647479642076851_542142748190884881_n

 

“A tua piscina ta cheia de ratos, tuas ideias não correspondem aos fatos. O tempo não para. Eu vejo o futuro repetir o passado..” Hoje não há nada o que se comemorar, encerra-se o período mais longo da democracia no nosso país. Haverá muito o que se falar desse dia. Os historiadores terão um imenso trabalho pela frente. Mas hoje, nada mais que um “ctrl c” “ctrl v” na nossa história. Os ratos invadiram, e tomarão de conta. Fim da corrupção? Nem de longe! Aguardamos “Temerosos” pelos próximos capítulos do (des)governo Temer (privatizações, quebra dos direitos trabalhistas e programas sociais). O que hoje está acontecendo não só ficará marcado pelo dia em que uma Presidente, a qual não possui nada sequer formalizado contra ela, foi destituída de seu mandato democraticamente dado pelo povo, por políticos corruptos e fichas-sujas do país, em especial aquele que hoje se intitula com presidente da nossa República, Michel. Hoje fica marcado pela quebra da democracia, pela invalidade do voto popular, pelo rompimento com a história política do nosso país, pela fragmentação das classes, pela desunião dos povos, pelo fim dos programas sociais os quais quebraram aquela musiquinha “onde o rico cada vez fica mais rico, E o pobre cada vez fica mais pobre.”. .. É um dia histórico, sem dúvidas. Um dia histórico que rompe com as lutas sociais e políticas de um povo. Um dia que corrompe o futuro da nação.

“Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”

A LUTA CONTINUA!

(“..Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára..”)

 

Lívia de Lima Monteiro

Redatora.

COMUNICADO DO PREFEITO DE VERDEJANTE/PE, PÉRICLES TAVARES.

12507326_10201214524402031_378336244012546284_n

“Bom dia amigos!
Comunico a todos os meus amigos e do vereador Dedé da Lagoa, assim como toda a sua família, que foram prejudicados com processo eleitoral em que ele estava sendo vítima que:
Ontem, o Pleno do TRE-PE declarou DEDÉ vencedor por 7 a 0 sobre o pedido feito por membros da oposição política de Verdejante que estavam pedindo a perda do seu mandato do cargo de vereador prejudicando a sua vida política, pessoal e evidentemente prejudicando a sua família.
Portanto, o Pleno vem dar a sua decisão oficial sobre o caso, comprovando a justa causa da sua desfiliação partidária, do PSB para o PMDB de Verdejante.
Este é o quarto mandato que fora conseguido através do voto popular a ser questionado pela oposição de Verdejante, durante os três anos do nosso mandato, chegando a uma média de mais de um mandato questionado por ano.
Em nenhum dos casos os autores tiveram a hombridade de vir a público pedir desculpas ou dar satisfação aos prejudicados e a população, já que estamos tratando de cargos públicos e eleitos pelo cidadão.
Todas as tentativas de tomada de poder foram frustadas e deixaram a marca da INTOLERÂNCIA.
A arrogância, a dissimulação, o cinismo e a cobiça naquilo que pertence aos outros não permitiram sequer a estas pessoas de virem de público explicar a população de que forma estão querendo chegar ao poder, porque sabem que suas atitudes é uma grande falta de vergonha.
‪#‎DEDÉÉ15‬!
‪#‎VITÓRIA‬!

Prefeito Péricles Tavares.

Mãe: palavra pequena, grande sentimento.

Screenshot_2016-05-08-01-27-00-1

 

Hoje, dia 8 de maio, é marcado pela comemoração do dia das mães. Apenas uma data representativa, pois para comemorar a existência desse ser tão magnífico não precisa de data nem hora certa. Dia das mães é todo dia.

A palavra mãe,  muito embora seja pequena, carrega em si um significado enorme. Mãe é ternura, carinho no momento em que o filho precisa de um colo. Mãe é educadora, quando ensina seus filhos a caminharem corretamente na vida. Mãe é proteção. É refúgio. 

Desde o primeiro dia que a mulher sabe que está carregando uma vida dentro de si, ela alimenta sonhos para seu filho, mesmo sem ao menos tê-lo visto pela primeira vez. Há quem diga que uma mãe pode cuidar de dez filhos, mas dez filhos não cuidam de uma mãe. E isso talvez seja verdade, nesses meus quase 25 anos de idade ainda não pude reparar um amor tão imenso como de uma mãe por seus filhos, a não ser o amor de Deus.

E mãe é isto mesmo: é um pedaço de Deus aqui na Terra para cuidar da gente como Ele mesmo faz lá de cima. É uma criação Divina que foi feita para certificar que, enquanto houver uma mãe em um lar, tudo correrá dentro dos trilhos e dos planos do Senhor.

Neste dia, parabenizo a todas as mães do mundo, em especial à minha, Marli Monteiro, pois sem ela eu nada seria, e às minhas avós, Tereza e Tozinha, pois nelas encontro um porto seguro para atracar meu barco, e dentro do olhar delas encontro a força e o impulso necessário para seguir em frente mesmo diante das dificuldades.

 

Feliz dia das Mães.

 

 

Lívia de Lima Monteiro

Redatora.

Milhares de sertanejos manifestam apoio a Presidenta Dilma Rousseff

06052016-_TUK4226-Editar dil-01 dil-02 DSC_0179 DSC_0321

Na tarde desta sexta-feira (06), a Presidenta Dilma Rousseff esteve visitando as obras da transposição em Cabrobó. A Presidenta chegou acompanhada de varias autoridades entre elas os Governadores Camilo Santa e Ricardo Coutinho, Ceará e Paraíba, respectivamente. Dilma foi recepcionada por uma multidão de sertanejos, segundo calculo de algumas pessoas que fizeram o levantamento para o Blog era algo em torno de 8 mil pessoas que saíram principalmente dos municípios de Cabrobó, Terra Nova, Parnamirim e Salgueiro.

O ex vereador do município de Salgueiro, João Nelson Gonçalves, morador do Distrito de Umães, fez questão de levar um cartaz com frases de apoio a Presidenta. No cartaz levado pelo o Sr. João Nelson, estava escrito; “Dilma você não pode sair, a transposição é a solução de todo sertão nordestino. Receba o apoio da comunidade de Umães”. Já um trabalhador da obra, preocupado com o futuro incerto dos sertanejos exibia outro cartaz onde dizia: “Dilma defensora dos pobres”. Um jovem salgueirense fez questão de sair de sua casa e manifestar seu carinho e respeito pela Presidenta, o mesmo colocou no peito um adesivo onde estava escrito “Eu sou Prounista”.

Em sua fala a Presidenta Dilma Rousseff, fez uma defesa dos programas sociais do seu Governo. Lembrou das conquistas das famílias brasileiras através do minha casa minha vida, da quantidade de brasileiros que saíram da pobreza estrema graças o bolsa família, dos avanços na educação onde os filhos dos pobres tem os mesmos direitos que os filhos dos ricos nas universidades e, não poderia de deixa de falar da grande obra que quando pronta irá beneficiar mais de 12 milhões de nordestinos. “A transposição do Rio São Francisco, é uma obra iniciada por quem tem coragem e conhece de perto a realidade dos nordestinos. A transposição não poderia ter começado se não por alguém como o ex presidente Lula”. Completou a Presidenta.

Os vereadores Zezito Salú, Pedro Calou e Pedro de Compadre, presidentes das câmaras de Cabrobó, Terra Nova e Salgueiro, respectivamente, representaram os podres legislativos municipais da região. Marcondes Sá e Laerte Freire, prefeitos de Salgueiro e Terra Nova compareceram. O prefeito de Cabrobó Auricélio Torres (PSB) não compareceu, o mesmo falou com a imprensa da capital e disse que não foi convidado.

Fonte: Blog do Didi Galvão

Faculdade de Direito de Salgueiro fecha parceria com Procon/Salgueiro e inaugura Núcleo de Prática Jurídica.

20160506_190133

 

Na noite desta sexta-feira (06), foi inaugurado o Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade de Direito de Salgueiro, que funcionará nas novas instalações do Procon da cidade.

Na solenidade estiveram presentes o Dr Marco Aurélio Dutra, coordenador do Procon/Salgueiro e coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade, o Prefeito do Município, Dr Marcones Libório, a coordenadora do curso de Direito da Fachusc, Célia Regina, bem como professores e alunos do curso, e advogados da cidade que prestigiaram o evento.

O Núcleo de Prática Jurídica é muito mais que uma requisição do MEC e do Conselho de Educação para o curso de Direito, é, para os estudantes de Direito, as portas para aprendizagem de prática advocatícia e o primeiro contato com as lides que um advogado enfrenta no dia a dia. É também, não só a casa onde os acadêmicos poderão aprimorar os conhecimentos práticos, mas apresenta-se como uma casa de cidadania, que estará sempre aberta para recepcionar a população.

 

Lívia de Lima Monteiro

Redatora.