Nascendo de Novo/Wilson Monteiro

Senhor, eu quero nascer de novo.

Meu coração parece um rio poluído pela mão humana.

As manhãs já não têm o mesmo perfume…

O sorriso desapareceu dos meus lábios e

A solidão é companheira do meu sofrimento.

Tornei-me amante da ganância e estive entre os que zombam de ti.

 

Educa-me!

Ensina-me a sabedoria existente na Tua Palavra

Para que eu possa falar de amor.

Assim, os que vivem em guerra,

Possam aprender o valor da paz.

 

Da-me ma nova personalidade

Para que eu possa dizer aos outros

Que em ti reside a chave que abre a

Porta da Salvação.

 

Fortalece-me!

Para que eu não seja vencido pelas ilusões da vida

E no meio de tantas ilusões

Acabe escravo das forças do mal.

 

Perdoa-me

Dá-me um coração sereno

Para que minha juventude

Não seja chamada de velhice

Para que eu tenha forças para amar os outros

Mais do que a mim mesmo.

 

Escrito por Wilson Monteiro

Wilson Monteiro é coordenador pedagógico na Escola Estadual José Vitorino de Barros e professor na Paulo Fernando dos Santos.

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    Uma legião sem concurso

    Veículo: Jornal do Commercio
    Editoria: Cidades
    Data: 13.05.2013
    Na rede estadual, 41,3% dos docentes são temporários, quatro vezes mais do que o recomendado por conselho nacional.
    Pernambuco ocupa a 10ª posição no ranking de Estados onde há maior concentração de professores temporários. Segundo levantamento realizado pelo Portal de Notícias UOL, 41,3% dos docentes que atuam na rede pública de ensino não são concursados. O número é quatro vezes maior do que o recomendado pelo Conselho Nacional de Educação.
    Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Heleno Araújo, as vagas dos professores efetivos estão sendo ocupadas por temporários. “Expirou o prazo do concurso de 2008 e não chamaram os aprovados”, afirma.
    Segundo ele, Pernambuco tem 16 mil professores temporários e uma média de 24 mil de carreira. “Isso corresponde a pouco mais de 40% do total, enquanto o Conselho Nacional de Educação diz que deveriam ser apenas 10% de docentes sem concurso, ou seja, um para cada grupo de 22 estudantes”, acrescenta.
    “Trabalho em uma escola onde a maioria dos professores atua com contratos temporários. Eles ficam tolhidos, pois não conseguem desenvolver o trabalho direito. Há um rodízio e eles não sabem se vão conseguir dar continuidade aos projetos”, explica a professora Daniela Rabelo, da Escola Padre Dehon, na Iputinga, Zona Oeste do Recife. Ela explica, ainda, que se sente sobrecarregada, por ser a única efetiva no turno da manhã. “Os temporários, como sabem que ficarão pouco tempo na escola, se sentem desestimulados. É um prejuízo para ambos os lados”, diz.
    Uma professora de português de uma escola no bairro de Areias, que preferiu não ser identificada, afirmou que ano passado foi transferida para três escolas diferentes. “Fui aprovada no concurso de 2008 e até agora não me chamaram. Desde 2009, estou como temporária. Muitos professores se sentem desestimulados. Eu faço minha parte, independentemente se vou sair da escola amanhã, mas nem todos agem da mesma maneira”, conta.
    De acordo com o Secretário Estadual de Administração, Décio Padilha, o Estado tem 133 mil servidores ativos (concursados) e 21.500 temporários. Educação é a área onde há maior concentração de contratados sem seleção, por causa dos programas ligados à pasta. São 16.200 mil professores temporários.
    “Os programas recebem verba do governo Federal e tem prazo para começar e acabar e, por isso, não podemos ter professores efetivos. Quando acaba o convênio encerra o dinheiro”, explica Décio.
    Atualmente, segundo o gestor, há oito grande programas que demandam o elevado número de professores, são eles: Alfabetizar com Sucesso, Chapéu de Palha, Mãe Coruja, Mais Educação, Paulo Freire, Pro-Jovem, Saberes da Terra e Travessia.
    “Temos uma meta de chegar a 2015 com um quadro de 30% do que se tem hoje de temporários, em virtude do encerramento de alguns grandes programas e da municipalização do Ensino Fundamental 2″, afirma Padilha. “A contratação temporária está com os dias contados, mas hoje temos grandes programas que justificam e absorvem esses 16 mil professores”, pontua.
    Padilha também afirmou que 163 docentes que passaram no concurso de 2008 foram nomeados nos primeiros quatro meses deste ano. “Vamos retomar o programa de nomeação assim que o comprometimento da Receita Corrente Líquida se equilibrar. O resultado do primeiro quadrimestre deve sair esses dias, daí podemos pensar nas nomeações”, conta. A previsão é nomear mais 300 professores.
    “A gente está investindo muito em pessoal de carreira. Não é diretriz do governo priorizar contratação temporária face à contratação de profissionais de carreira. Temos trabalhado para tirar os temporários de dentro das salas de aula”, diz.
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      A poesia em destaque

      Poesia da PROFESSORA Maria do Socorro Feitosa.
      Vencedora do Concurso de Poesia 2012/ Salgueiro-PE
      @Eremsal2013

      PERFIL

      Lá vai Maria traçando seu caminho
      Passos apressados, ombros levantados
      Como se carregasse a dor do mundo
      Simples como as flores do campo
      Que brotam ao nascer do sol
      E morrem ao entardecer

      Lá vem Maria de volta do seu caminho
      Olhos perdidos, fitando o nada
      Traçando os sonhos e matando o tempo
      Em busca da esperança que se perdeu
      Pelos atalhos da vida

      Lá vai Maria para mais um dia
      Driblando o vento, pedindo tempo para
      Recomeçar
      Trazendo no rosto as marcas que só
      O tempo é capaz de dá

      Maria, Maria
      Quantas histórias você escreveu
      Quantas viveu e pôde sonhar
      Quantas sonhou e não pôde viver
      Quantas mentiu para sobreviver
      E outras que guardou e não pode contar
      Maria, os sonhos eram pesadelos
      Que mesmo amargos eram sonhos
      Agora nem sonhos, nem pesadelos
      Tudo é silêncio
      Tudo é vazio
      O tempo acabou

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        Salgueiro terá programação cultural dentro da 11ª Semana Nacional de Museus

        Clique na foto para ampliar
        Os atrativos em torno da 11ª edição da Semana Nacional de Museus começam em Salgueiro nesta segunda-feira (13) e seguem até o dia 17 com uma vasta programação que tem o apoio da Prefeitura através da Secretaria de Cultura e Esportes. Organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o tema deste ano é “Museus +  memória + criatividade = Mudança Social”, equação inspiradora  para ressaltar o Dia Internacional dos Museus que se comemora oficialmente no dia 18 de maio. 

        A semana é realizada todo ano quando os museus de todo país, convidados pelo Ibram, desenvolvem uma programação especial em suas unidades. O Museu Levino Nunes de Alencar Barros, em Salgueiro,  estará com uma exposição permanente contando a história de Salgueiro através de documentos, peças ornamentais, objetivos de trabalho, galeria dos prefeitos, fósseis e sala religiosa. A visita será sempre das 8h às 12h.

        “A semana faz parte de um conjunto de esforços voltado a um fim comum que é valorizar e divulgar as atividades do museu Levino Nunes de Alencar para assim fortalecer a importância e a existência do museu no imaginário do cidadão salgueirense”, destacou a coordenadora Nivaneide Costa

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          Reflexão sobre a morte de Dona Rosa/Wilson Monteiro

          Dona Rosa era uma incentivadora do Professor-Poeta, Wilson Monteiro. As duas candidaturas nas quais não obtive sucesso, ela pediu votos ao povo e tem empenho.Na primeira, disputando pelo PCdoB e com poucos recursos, obtivemos 368 votos. Na segunda, com um maior número de candidato e sem estímulo, 228.

          Era apaixonada pela Coligação conhecida como “Leão” disputa com a Zebra, o poder do município. Ela pedia a Wilson Monteiro que fosse sepultada com as cores do partido que amava.No velório, fiquei muito feliz, ao ver Dona Rosa com as cores amarelo-ouros, rosas que mostrava a lealdade à legenda. No entanto, no velório observamos um comparecimento da “Zebra” e não dos democratas.

          No momento, o silêncio na Rua onde morava confirma nossas palavras: “Dona Rua Morreu”.Foi-se um pedaço da Agamenon Magalhães”. Os pontos de comércio mostra que a rua vem definhando com o vazio.

          Cidadã Salgueirense, através de uma pesquisa feita pelo professor-poeta, Wilson Monteiro, cuja história, foi apresentada na Câmara Municipal pelo ex-vereador Antenor Filho, Dona Rosa fica na lembrança do povo.

          Certa vez vi num pára-choque de caminhão: A saudade é a carga mais pesada”

          São estes os sentimentos do Site Wilson Monteiro.

           

          Escrito pelo professor Wilson Monteiro

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            A órfã na sepultura

            Minha mãe, a noite é fria,
            Desce a neblina sombria,
            Geme o riacho no val
            E a bananeira farfalha,
            Como o som de uma mortalha
            Que rasga o gênio do mal.

            Não vês que noite cerrada?
            Ouviste essa gargalhada
            Na mata escura? ai de mim!
            Mãe, ó mãe, tremo de medo.
            Oh! quando enfim teu segredo,
            Teu segredo terá fim?

            Foi ontem que à Ave-Maria
            O sino da freguesia,
            Me fez tanto soluçar.
            Foi ontem que te calaste…
            Dormiste . . os olhos fechaste…
            Nem me fizeste rezar! …

            Sentei-me junto ao teu leito,
            ‘Stava tão frio o teu peito,
            Que eu fui o fogo atiçar.
            Parece que então me viste
            Porque dormindo sorriste
            Como uma santa no altar.

            Depois o fogo apagou-se,
            Tudo no quarto calou-se,
            E eu também calei-me então.
            Somente acesa uma vela
            Triste, de cera amarela,
            Tremia na escuridão.

            Apenas nascera o dia,
            À voz do maridedia
            Saltei contente de pé.
            Cantavam os passarinhos
            Que fabricavam seus ninhos
            No telhado de sapé.

            Porém tu, por que dormias,
            Por que já não me dizias
            “Filha do meu coração?”
            ‘Stavas aflita comigo?
            Mãe, abracei-me contigo,
            Pedi-te embalde perdão…

            Chorei muito! ai triste vida!
            Chorei muito, arrependida
            Do que talvez fiz a ti.
            Depois rezei ajoelhada
            A reza da madrugada
            Que tantas vezes te ouvi:

            “Senhor Deus, que após a noite
            “Mandas a luz do arrebol,
            “Que vestes a esfarrapada
            “Com o manto rico do sol,

            “Tu que dás à flor o orvalho,
            “Às aves o céu e o ar,
            “Que dás as frutas ao galho,
            “Ao desgraçado o chorar;

            “Que desfias diamantes
            “Em cada raio de luz,
            “Que espalhas flores de estrelas
            “Do céu nos campos azuis;

            “Senhor Deus, tu que perdoas
            “A toda alma que chorou,
            “Como a clícia das lagoas,
            “Que a água da chuva lavou;

            “Faze da alma da inocente
            “O ninho do teu amor,
            “Verte o orvalho da virtude
            “Na minha pequena flor.

            “Que minha filha algum dia
            “Eu veja livre e feliz! …
            “Ó Santa Virgem Maria,
            “Sê mãe da pobre infeliz.”

            Inda lembras-te! dizias,
            Sempre que a reza me ouvias
            Em prantos de a sufocar:
            “Ai! têm orvalhos as flores,
            “Tu, filha dos meus amores,
            “Tens o orvalho do chorar”.

            Mas hoje sempre sisuda
            Me ouviste… ficaste muda,
            Sorrindo não sei pra quem.
            Quase então que eu tive medo…
            Parecia que um segredo
            Dizias baixinho a alguém.

            Depois… depois… me arrastaram…
            Depois… sim… te carregaram
            P’ra vir te esconder aqui.
            Eu sozinha lá na sala…
            ‘Stava tão triste a senzala…
            Mãe, para ver-te eu fugi…

            E agora, ó Deus!… se te chamo
            Não me respondes!… se clamo,
            Respondem-me os ventos suis…
            No leito onde a rosa medra
            Tu tens por lençol a pedra,
            Por travesseiro uma cruz.

            É muito estreito esse leito?
            Que importa? abre-me teu peito
            — Ninho infinito de amor.
            — Palmeira — quero-te a sombra.
            — Terra — dá-me a tua alfombra.
            — Santo fogo — o teu calor.

            Mãe, minha voz já me assusta…
            Alguém na floresta adusta
            Repete os soluços meus.
            Sacode a terra… desperta!…
            Ou dá-me a mesma coberta’
            Minha mãe… meu céu… meu Deus…

            Fonte: www.secrel.com.br

             

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              “Pra não dizer que não falei de flores” (ou a versão verdadeira dos fatos)

              Machado Freire says:

              “Pra não dizer que não falei de flores”
              (ou a versão verdadeira dos fatos)

              Por Machado Freire

              Informo aos incautos que no tempo da ditadura nós que efetivamente tínhamos compromisso com o povo brasileiro -que vivia os seus piores dias-, sem direito a isso que estamos fazendo aqui (bem diferente desses que vivem se locupletando no poder onde chegam só Deus sabe como ), tínhamos candidato apenas para defender nossa gente do regime autoritário. Nossa tribuna e palanque eram o meio da rua, as praças…

              Naquele tempo quem comprava voto eram os donos dos “curais eleitorais” que ainda existem, travestidos de coronéis do asfalto, uma espécie de gente que se passa por sério, competente e até que se mete a falar, mas não diz “coisa com coisa”. É o gato escondido com o rabo de fora.

              Ai estão as prefeituras e a Codevasf para servir de “estepe’ para projetos pessoais de algumas figuras conhecidas. Há mais de 30 anos Mansueto de Lavor já denunciava esse monstrengo que ainda hoje é controlado pela família Coelho, na maior cara de pau.

              Não tínhamos, na verdade, nenhuma chance de eleição. A eleição era o gesto, a ação, a participação no processo até chegarmos ao que chegamos: a conquista da democracia, que em nosso país é capenga, em função das desigualdades sociais, da roubalheira, da falta de responsabilidade da maioria dos prefeitos que sequer cuidam da população e gastam com festas e praticam esse imoral e desavergonhado nepotismo, etc, etc.

              Então, não venha qualquer um colocar em dúvida o meu posicionamento quanto a uma questão de fato, pois como se sabe (e ninguém é criança) quando se tenta fabricar candidaturas a três por quatro. O que se faz, hoje, é “entrar na briga para ganhar” de qualquer jeito, enquanto a seca devastadora persiste com a mesma cara do passado e muito mais implacável..

              Não sou defensor da manutenção pura e simples da permanência dos três ou mais parlamentares que hoje representam o Sertão na Câmara Federal. Que sejam eleitos tantos quantos o povo determinar através do voto limpo.

              O que estamos questionando é um fato político que surgiu de uma hora para outra, tal qual o que acontece com o cenário maluco que dar conta da sucessão presidencial, onde não se sabe PORQUE, com quase dois anos de antecedência, foi aberto o processo sucessório para a Presidência da República. Este não é o momento de lançamento de candidatura nem de presidente de “briga de galo”. é inoportuno e inconveniente se lançar candidaturas a torto e a direta.

              Em Salgueiro não acontece diferente. Se fala em sucessão quando o município se encontra num verdadeiro mar de dificuldades, com uma administração fraca e sem nenhum propósito de atingir os objetivos (e direitos) da população.

              Somos uma cidade verdadeiramente desarrumada, desestruturada e que precisa, de fato de um gestor zeloso e que demonstre gostar das pessoas e cumpra com aquilo que o povo espera. O povo paga imposto e é um direito seu exigir do poder público, em todos os níveis.

              Há dois dias, eu e mais dois companheiros passamos em frente desse troço que chamam de matadouro. Tivermos que aumentar a velocidade do carro, tamanha era a fedentina daquele ambiente imoral. Não se sabe como os trabalhadores que lá estavam conseguem suportar tamanha imundice. Se a população tivesse conhecimento do que acontece por lá, não compararia carne para comer. O Ministério Público deve mandar fechar aquele troço vergonhoso.

              Então, em vez de se falar em candidaturas mirabolantes e interesses pessoais de quem quer que seja, vamos, primeiro, cumprir com a obrigação. A cidade está um buraco só, com ruas quase intransitáveis.

              Mais recente: Ministério Público está denunciando o caso do Transporte Escolar no município que deveria Sr um modelo para o Sertão Central. Isso é um absurdo!

              Nada disso se justifica tendo em vista que os que estão no poder tem quase uma sequência de cinco administrações juntas, chegando há mais de vinte anos à frente do Poder Público Municipal.

              Ninguém-seja bajulador ou simples eleitor, pode esquecer que a administração pública existe para zelar pela qualidade de vida da população. E os que estão lá – que pelo menos foram eleitos para isso, precisam justificar pelo menos as vantagens pessoais, política e familiares que tiram do Poder Público.

              E quem está rabiscando estas linhas não é nenhum imbecil e jamais paparicou ou bajulou esse ou aquele político. Votou, vota; apoiou e continua apoiando de forma correta.

              Tenho amizade com muitos, mas não devo satisfação a nenhum deles. Voto em quem quero e levanto a bandeira para quem merece.

              E ponto final

               

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                Professor Wilson Monteiro fala da indicação de Ranílson Ramos para o TCE

                Um comentário para ALEPE aprova indicação de Ranílson Ramos

                1. admin says:

                  Meu amigo Ranílson Ramos:
                  Este é um dia feliz em minha vida, pois, Ranílson Ramos proporcionou na minha vida um tempo inesquecível: Fui assessor parlamentar do ex-deputado por 08 anos.Que o Nosso Senhor Jesus Cristo ilumine esta nova oportunidade.O Sertão conhece o trabalho incansável pelos mais pobres
                  Wilson Monteiro
                  Salgueiro-PE

                 

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                  ALEPE aprova indicação de Ranílson Ramos

                  A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), por meio da Comissão de Legislação e Justiça, aprovou, ontem (9), o nome do secretário estadual de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, para ocupar a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), vaga após a aposentadoria de Romário Dias no último dia 30. A sabatina foi realizada no auditório da Casa, com o nome de Ranilson sendo aprovado por unanimidade pelos componentes da comissão.

                  Agora, o secretário espera pela votação do plenário, que deve ocorrer na próxima segunda-feira (13). Antes disso, o secretário acompanha o governador Eduardo Campos (PSB) e o ministro da integração, Fernando Bezerra Coelho (PSB), em solenidade em Petrolina, no Sertão do Estado. Esta será sua última agenda como secretário estadual.

                  Durante a reunião da Alepe, Ranilson foi elogiado pelos integrantes da comissão e pelos relatores da inscrição. O secretário agradeceu a presença dos deputados e seus familiares. ‘Agradeço as palavras dos colegas presentes e espero contribuir e ajudar com o Tribunal de Contas na relação com os prefeitos pernambucanos’.

                  Apesar de ter sido indicado pelo governador Eduardo Campos (PSB) e de estar praticamente garantido no cargo, Renilson esquivou-se de comentar sobre suas metas e métodos de trabalho no TCE.

                  ‘A indicação da Assembleia Legislativa através do pedido de registro pela Casa, respeitando a Constituição Federal e Estadual, me motivou a aceitar e prontamente aceitei. A segunda etapa foi a sabatina de hoje, com os votos dos deputados da comissão e do parecer do relato. Agora vou aguardar precavidamente o voto do plenário, afirmou o secretário que disse respeitar o voto do plenário e que não iria se antecipar ao cronograma’, disse, acrescentando em seguida que ‘depois que houver o voto, vou externar com detalhes qual será a minha missão no Tribunal de Contas’.

                  Fonte: Diario de Pernambuco

                   

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                    Espíritos Errantes/Wilson Monteiro

                    Eu sou amante das mulheres deprimidas, sofridas
                    que ora são Pombas-Giras, lixeiras ou rainhas.
                    Eu sou a tristeza e o esconderijo dos baixos meretrícios
                    De plebeias que já foram princesas.

                    Minhas noites são de loucos amores
                    que desaparecem ao amanhecer do dia
                    Mas que renascem em outro anoitecer
                    onde meus pânicos suavizam
                    em eternas noites frias.

                    Eu quero o amor das mulheres vadias
                    Os beijos enlouquecidos com cheiro de cigarro e gosto de bebida.
                    O pecado que o profeta anuncia.
                    Eu sou da noite
                    em minha eterna agonia.

                    Eu morro e renasço a cada dia
                    nos prostíbulos da vida.
                    Eu escuto gritos e gemidos com depressões antigas,vividas…

                    Wilson Monteiro.

                     

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                      Nos últimos dias do nosso amor/Wilson Monteiro

                      Nos últimos dias no nosso amor

                      O beijo amargo e o sorriso disfarçado.

                      O encontro forçado, a busca do erro,

                      A vontade de ficar calado.

                       

                      Nos últimos dias do nosso amor,

                      O desmoronamento das casas do coração,

                      Questionamentos, rostos aflitos, a lembrança

                      Do dia em que tudo começou…

                      Por que a vida nos separou?

                       

                      Escrito por Wilson Monteiro

                       

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                        PSB de Salgueiro nega intenção de prejudicar Gonzaga Patriota

                        marcones liborio de sa - divulgação

                        Através da nota abaixo, o PSB de Salgueiro nega que ao lançar a candidatura da ex-prefeita Cleusa Pereira (PSB) à Câmara Federal tenha tido a intenção de prejudicar o deputado Gonzaga Patriota (PSB), que é votado naquele município há mais de 20 anos.

                        Ei-la:

                        I) O PSB de Salgueiro, principal município do Sertão Central, em nome do prefeito Marcones Libório de Sá, vem por meio deste concorrido e respeitado Blog esclarecer que o anúncio feito recentemente em defesa do  nome da ex-prefeita Cleuza Pereira para disputar uma vaga de deputada federal, conforme foi publicado aqui, parte de uma construção  coletiva com apoio de aliados e representantes de vários  setores.

                        II) Logo que a decisão do partido foi propagada na imprensa da capital e interior,  após reunião que contou com a presença da ex-prefeita, o fato repercutiu de maneira positiva entre amigos, eleitores e  admiradores da socialista espalhados do litoral ao Sertão.

                        III) Em nenhum momento, a proposta visará competir, se comparar  ou tentar atrapalhar  nomes que já têm mandato concreto, a exemplo do deputado federal Gonzaga Patriota que é parceiro e manterá seu espaço inclusive junto a eleitores de Salgueiro.

                        IV) “O que importa é a força política e a ética que Cleuza Pereira desperta por ser um patrimônio na política de Pernambuco reconhecido por diversas forças não só do estado, mas do país”, afirma o prefeito.

                         

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                          História da nossa História/Amauri de Carvalho

                          Dadinho com a tocha olímpica em comemoração ao Sesquicentenário da Independência.
                          Nesta maratona, Washington Monteiro, queimou a mão com o óleo quente que vazou da tocha e o cara era tão macho, mas tão macho, que só entregou para outro maratonista quando terminou seu percurso.
                          Mamãe cuidou dele em todos os curativos no Hospital Regional Maria Bezerra Soares.
                          Wilson Monteiro, tá na memória. Tá na minha vida!

                          Amauri de Carvalho

                           

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                            Prefeito se reúne com reitor da UPE, em Recife, e solicita três novos cursos para Salgueiro

                            Foto: PMS
                            Clique na foto para ampliar
                            O prefeito Marcones Libório de Sá cumpriu agenda em Recife, esta semana, com uma pauta volta principalmente para a educação de nível superior, em Salgueiro. Na capital, em companhia do vereador Hercílio Carvalho(PT),o prefeito participou de uma reunião com o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Carlos Calado, a quem entregou um documento contendo informações sobre uma audiência pública promovida pela Câmara de Vereadores, no mês de março,  em que  foi debatida a ampliação e oferta de novos cursos de graduação no sentido de atender demandas da região. 

                            De acordo com o prefeito, além das informações do documento,  foi pontuado sobre a necessidade de novos cursos para a UPE em Salgueiro,  conforme a demanda percebida conforme o crescimento socioeconômico e cultural para a região. O prefeito acrescentou que ficou a reivindicação inicial de três cursos: o de ciências contábeis, técnico em logística e serviço social.

                            O reitor deve analisar a reivindicação com sua equipe e também com o secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelo Granja, para dar um retorno o mais breve possível. A UPE é subordinada à Secretaria de Ciência e Tecnologia.

                             

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                              Desmantelo Azul/Carlos Pena Filho

                              Então pintei de azul os meus sapatos

                              Por não poder de azul pintar as ruas

                              Depois vesti meus gestos insensatos

                              E colori as minhas mãos e as tuas

                               

                              Para extinguir de nós o azul ausente

                              E aprisionar o azul nas coisas gratas

                              Enfim, nós derramamos simplesmente

                              Azul sobre os vestidos e as gravatas

                               

                              E afogados em nós nem nos lembramos

                              Que no excesso que havia em nosso espaço

                              Pudesse haver de azul também cansaço

                               

                              E perdidos no azul nos contemplamos

                              E vimos que entre nascia um sul

                              Vertiginosamente azul: azul.

                              Carlos Pena Filho

                               

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                                MP cobra regularização do transporte público escolar em Salgueiro

                                O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ajuizou ação civil pública contra o município de Salgueiro (Sertão) devido ao transporte escolar da rede pública de ensino ser realizado de maneira inadequada. Dentre os requerimentos da promotora de Justiça Ericka Garmes Pires Veras, responsável pela ação, está o pedido de indenização por dano moral coletivo de, no mínimo, R$ 100 mil, valor que deverá ser revertido ao Fundo gerido pelo Conselho de Direitos da Criança e Adolescente da cidade.

                                A partir de denúncia anônima apresentada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República foi instaurado o procedimento preparatório para apurar as irregularidade no transporte escolar da cidade sertaneja. Após a investigação, constatou-se que são utilizados caminhões e caminhonetes — veículos de carga — para fazer o deslocamento dos estudantes, e que nenhum dos transportes contratados pelo município para realizar o serviço possuem autorização do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran).

                                Conforme o documento, já foi proposto um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para sanar o problema, entretanto, o acordo não foi firmado pelos responsáveis. Ainda segundo a ação, é preciso fazer a substituição dos veículos de carga por de transporte de passageiros, isto é, ônibus, micro-ônibus e vans, e exigir a devida autorização do Detran.

                                A prática inadequada coloca em risco a vida e a segurança das crianças e adolescentes. Elas ficam sujeitas a acidentes, uma vez que, de acordo com informações da Secretaria de Educação, nesses transportes são feitas adaptações como colocação de bancos, grades e cobertura, mas não de cintos de segurança, que são equipamentos básicos de proteção de passageiros.

                                A partir do momento que a prefeitura não pede autorização do Detran, este órgão é impedido de realizar as vistorias para avaliar e aferir os requisitos e equipamentos obrigatórios para o transporte escolar. No próprio site do Detran, inclusive, não há registros de transportes escolares regularizados para funcionar em Salgueiro.

                                Para adequar a situação, o MP requereu para que no ano letivo de 2014 seja proibido o uso de veículos de carga para transporte coletivo; ocorra a substituição dos veículos irregulares por de passageiros; e regularizar a situação junto ao Detran. Segundo a promotora, tudo deverá estar regularizado só no próximo ano, porque “não adianta fazer um pedido para cumprimento imediato, já que não vai ser cumprido. A prefeitura precisa de um prazo adequado”.

                                Caso o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório de Sá, não promova a adequação da frota de veículos que presta serviço de transporte público escolar, a promotora de Justiça requereu a fixação de multa diária e responsabilização pessoal do gestor. Esta multa, que só incide depois que a ação transitar em julgado, “é uma medida de apoio à execução para garantir o cumprimento da obrigação”, explicou a representante do MP.

                                Fonte: MPPE

                                 

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                                  TRANSPORTE UTILIZADO NAS DECÁDAS DE 60 E 70 EM SERRITA.

                                  MISTO DO SEU LÉO, assim era conhecido este meio de transporte que fazia a linha Serrita/Salgueiro, principalmente aos sábados, dia da feira de Salgueiro.

                                  O ponto de saída com destino a Salgueiro era na rua do comércio onde Seu Léo residia com sua família e o ponto de saída para Serrita era na famosa Bomba de Salgueiro.

                                  O CAMINHÃO MISTO era de propriedade do Senhor Aluísio da França Sampaio mais conhecido como Seu Léo.

                                  Da página de Fátima Canejo/Facebook

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                                    Sepultamento de Dona Rosa atrai familiares,amigos e autoridades

                                    Ocorreu por volta das 16h, o início do sepultamento de Dona Rosa, esposa do saudoso Germínio e ex-moradora da Rua Agamenon Magalhães. O prefeito e o vice-prefeito, respectivamente, Marcones e Cacau estiveram presentes, além dos familiares,do vereador Hercílio,secretários, educadores e pessoas dos diversos segmentos da comunidade.

                                    Na Catedral de Salgueiro, o advogado Clóvis Bezerra, fez uma belíssimo discurso, onde relatou o amor do casal Germínio e Rosa, desde o primeiro encontro quando o presidente Getúlio Vagas enviou soldados para fortalecer a extração do látex da borracha em plena II Guerra Mundial. Na época, o ex-presidente, por volta de 1945, havia mandado para Europa militares do Brasil.Foi lá na Amazônia que nasceu a primeira filha do casal, Beta, professora aposentada do Governo do Estado.

                                    Há poucos anos,Dona Rosa havia recebido o Título de Cidadã Salgueirense num requerimento de Antenor Filho, através de uma pesquisa feita pelo Professor Wilson Monteiro.

                                    No momento, a Rua Agamenom Magalhães é de silêncio.

                                    O Site Wilson Monteiro está preparando um relato para o conhecimento do público sobre essa história que começou em meio de uma guerra que atormentou o mundo.

                                     

                                    Wilson Monteiro

                                    Saiba mais…


                                    A cidade de Manaus no século XIX: o desenvolvimento urbano proporcionado pela extração do látex.

                                    A utilização da borracha foi desenvolvida em função das diversas descobertas científicas promovidas durante o século XIX. Inicialmente, o látex era comumente utilizado na fabricação de borrachas de apagar, seringas e galochas. Anos mais tarde, os estudos desenvolvidos pelo cientista Charles Goodyear desenvolveu o vulcanização através do qual a resistência e a elasticidade da borracha foram sensivelmente aprimoradas.

                                    A vulcanização possibilitou a ampliação dos usos da borracha, que logo seria utilizada como matéria-prima na produção de correias, mangueiras e sapatos. A região amazônica, uma das maiores produtoras de látex, aproveitou do aumento transformando-se no maior pólo de extração e exportação de látex do mundo. No curto período de três décadas, entre 1830 e 1860, a exportação do látex amazônico foi de 156 para 2673 toneladas.

                                    A mão-de-obra utilizada para a extração do látex nos seringais era feita com a contratação de trabalhadores vindos, principalmente, da região nordeste. Os seringueiros adotavam técnicas de extração indígenas para retirar uma seiva transformada em uma goma utilizada na fabricação de borracha. Não constituindo em uma modalidade de trabalho livre, esses seringueiros estavam submetidos ao poder de um “aviador”. O aviador contratava os serviços dos seringueiros em troca de dinheiro ou produtos de subsistência.


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                                      Um pedido/Ivo Júnior

                                      Tivesse eu a glória
                                      De me deparar com Jesus,
                                      (Não é tudo possível ao que crer?),
                                      E a mim, (Quem sabe?),
                                      Ele me desse o direito
                                      De lhe fazer um pedido,
                                      Não pediria vida longa,
                                      Nem ouro,
                                      Nem prata,
                                      Nem dinheiro…
                                      Somente isto pediria:
                                      Outra alma de poeta!

                                      Professor e Poeta Ivo Júnior – Salgueiro – PE.

                                       

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