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Lívia Monteiro Administradora e Redatora

Wilson Monteiro Fundador do blog

Alunos da rede municipal estudam a história de Salgueiro e exercitam conhecimento prático em gincana

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Incentivar a interação entre os alunos do 6ª ano e despertar o interesse pela pesquisa da história local, é uma das metas pedagógicas da escola municipal Paulo Fernando dos Santos que trabalhou durante um mês, com seus alunos, a história de Salgueiro pelo viés da cultura, geografia, política e seus valores sociais. Na última quinta-feira (16) durante uma gincana, os alunos colocaram em prática tudo o que foi estudado. Dividido nas cores vermelha, amarela e azul, as turmas A, B e C, respectivamente, levaram uma torcida animada com respostas na ponta da língua. 

Segundo a professora de matemática e organizadora da gincana, Raphaela Guedes Deodato, durante um mês foi trabalhada a história da cidade como os principais personagens históricos, o passo a passo da fundação e emancipação política do município,  os símbolos como a bandeira, brasão, hino e  a importância deles para a cidadania. “As turmas criaram um banner artesanal, paródias e uma coreografia a partir de uma música que falasse sobre Salgueiro. Foi muito bom ver a dedicação de cada um para conhecer a história a fundo,  deixando de lado a indisciplina e formando torcida organizada”, disse a educadora.

De forma disciplinada os alunos responderam perguntas sobre a história do maior município do Sertão Central, apresentaram as paródias e incluíram  além da brincadeira do ovo, a corrida de cadarços, entre outras brincadeiras. A estudante Raydiliane Ingrid do Nascimento Costa, 11 anos, 6ª ano C, adorou a gincana e ressaltou o valor da aprendizagem com as disputas.

“A gincana desenvolveu e fez um panorama bem amplo da cidade. Nossa turma estudou muito e fez uma paródia com a música Asa Branca que é um dos hinos mais belos do Nordeste”, disse a aluna. A professora de geografia, Lucélia Ângelo de Souza, apontou que a gincana fez com que os estudantes aprendessem mais e valorizassem a história e a cultura de Salgueiro. “Foi muito bom ver a empolgação deles que aprenderam no coletivo”, ressaltou a professora.

A estudante Giovanna Beatriz Maciel Bernardes, 11 anos, foi um das que adorou a experiência de aprender de maneira lúdica. “Foi muito bom aprender brincando sobre a nossa cidade desde a fundação”, destacou.

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    Perguntas de Wilson Monteiro

    1-Por que o Sertão Central, região tão sofrida, mas com um povo apaixonado pela aprendizagem, não recebe universidades públicas?

    2- Por que os sem-terra recebem poucos recursos e os proprietários de terra que poderiam produzir não têm apoio dos governos?

    Escrito por Wilson Monteiro

     

     

     

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      Em defesa dos cargos comissionados/Wilson Monteiro

      Nãoé ilegal contratar pessoas para exercerem cargos comissionados na administração pública. Os servidores comissionados são zelosos tão quantos os contratados em caráter efetivo. Dizer que os referidos cargos são em demasia é desconhecer que houve aumento nas estruturas das secretárias.

      A própria Constituição Federal permite esse tipo de provimento.Leia e comente.

      I – os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

      II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

      Escrito por Wilson Monteiro


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        Do blog do Magno Martins

        Fechado com Dilma – Reunido, ontem, com blogueiros em Brasília, o ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, fez uma defesa apaixonada pela reeleição da presidente Dilma, sugerindo que seria imbatível, ganhando de folga logo no primeiro turno. A declaração não soou bem aos ouvidos do governador Eduardo Campos, que tomou conhecimento pelo noticiário online.

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            ‘Todos os irmãos do pobre o odeiam; quanto mais se afastarão dele os seus amigos! Corre após eles com palavras, que não servem de nada’. (Provérbios 19:7)

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              A palavra de Wilson Monteiro

              Quando nosso site afirma que devemos optar por candidatos preparados para assumirem vagas na Assembleia Legislativa é que cansamos de eleger pessoas que só votam como o Governo quer.É preciso questionar.Ex-deputados votaram contra quinquênios, além de outras reivindicações de funcionários públicos. O ex-deputado Airinho foi um dos que votou, sem questionar e os servidores da educação viraram uma “arara” com o ex-parlamentar.

              Quando nosso site afirma que é preciso ter conhecimento é que precisamos ter conhecimento sobre o Pacto pela Vida,conhecer os estatísticas,comparando com a realidade.Observar os inúmeros programas construídos entre o Governo e a sociedade, entender que Gestão Pública tem que ser matéria  priorizada.

              Queremos deputados que lutem por concursos públicos, é imenso o número de contratos temporários em todos os segmentos, todos, eles feitos por indicação política.Pernambuco é referência na política brasileira.Há políticos preparados como Eduardo Campos,João Paulo,Humberto Costa,o próprio Jarbas e tantos outros.Do Sertão, temos FBC, Júlio Lóssio,Inocêncio Oliveira, Gonzaga Patriota e Cleusa Pereira, postulante à deputado federal, com uma história de serviços prestados à região de exemplo para o pernambucanos.

              Ter independência política não é olhar Salgueiro com os “olhos da morte” nem dizer que o município é fúnebre. Foram muitos os avanços nos últimos anos que tiveram a participação de Lula e Dilma Roussef e do povo, sem nosso povo, não somos construtores de nada.

              Ter independência é não censurar o direito dos outros de disputarem um mandato eletivo de deputado federal ou estadual.Aqui, pouca gente, tem a coragem de dizer que o prefeito Marcones Libório poderia ser o candidato a vice-governador.Tem capacidade e poderia ter sido escolhido para representar os prefeitos no encontro de Igarassu.

              Nossas questões mal resolvidas ou resolvidas por impulso prejudicam a região e diminuem a auto-estima de um povo sofrido.Precisamos de habilidade.Se Eduardo Campos foi capaz de eleger Geraldo Júlio, prefeito do Recife, considerado como um poste, que tal eleger um poste ou mesmo um candeeiro do Sertão.

              Basta de dizer que o Sertão só tem miséria e ocultar nossas riquezas.Se não temos pessoas com coragem em Salgueiro, vamos a Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Sertânia para que nosso povo seja bem representado.

              Há mil aplausos para as candidaturas de FBC e Júlio Lóssio.

              Queremos confessar que não somos mais candidatos a nenhum cargo eletivo, mas queremos o debate com os partidos para que os sertanejos sejam priorizados.

              Não é brincadeira! Para requerer uma licença médica de cinco dias, o servidor tem que ir ao Recife. É preciso descentralizar a maneira de governar.

              É preciso questionar. Por que um professor com 150/hs aula em Salgueiro, tem uma remuneração maior que um professor com 200/hs no Estado de Pernambuco?

              Basta de iludir o povo com “Jesus te abençoe ou Jesus te ama” é preciso um debate sério, abordando assuntos de interesse dos pernambucanos.

              Um bom dia para todos

              Ecrito por Wilson Monteiro

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                  Prefeito participa de celebração em homenagem à Nossa Senhora de Fátima

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                  A passagem comemorativa no calendário católico em louvor a Nossa Senhora de Fátima mais uma vê se transformou numa concorrida celebração festiva entre católicos sertanejos. A data é comemorada há pouco mais de 50 anos, graças à devoção do médico Edmundo Ribeiro de Barros – o Dr. Buda-, um dos fundadores da Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima, pioneira no município. O prefeito Marcones Libório de Sá, acompanhado da primeira-dama Valdílvia Sá, participou da celebração.
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                  A homenagem à santa, conhecida por suas aparições no dia 13 de maio de 1917 para três crianças em Portugal, ganha força em Salgueiro com a celebração que teve início com uma procissão saindo da Praça da Catedral em direção à Praça Benjamim Soares, com parada em frente à residência do médico Dr. Edmundo Ribeiro (In memoriam).  Na ocasião, houve um minuto de silêncio em homenagem ao médico devoto da santa,  depois a procissão seguiu até a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima, onde uma multidão já esperava com velas e bandeiras nas cores azul, amarelo e branca – para a missa realizada pelo padre José Gilson.
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                  A celebração reuniu católicos de várias gerações, incluindo funcionários e pacientes da unidade da saúde. A professora aposentada Maria de Fátima Araújo, 60 anos, foi prestar sua homenagem como católica e fazer pedidos. “Nasci no dia 13 de maio, com problema de saúde e minha mãe que era devota de Nossa Senhora fez uma promessa para  que se conseguisse a cura. Por 18 anos participaria da celebração, desde então participava em Recife que é  minha cidade natal. Mas há anos quando vim morar aqui, continuo participando, não tem nada que me faça perder esse momento de graça porque ela é minha protetora e conselheira. Nunca me falta”, declarou. 

                  O prefeito Marcones Libório, lembrou que Dr. Buda nasceu no mês de maio e era um grande devoto de Nossa Senhora de Fátima. “Quando fundou a Casa de Saúde fez questão de homenagear a santa e de uma maneira apaixonada e extremamente carinhosa, e não só fundou como criou a festividade religiosa. Hoje vivemos outra dimensão, pois ele já partiu, mas a tradição viva, incorporada pelo salgueirense, continua fazendo parte do calendário religioso do nosso município”, ressaltou o prefeito.

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                    Policiais na boca do fogo

                    No Brasil tem aumentado o número de assassinato de policiais e consequentemente assustando a sociedade, as redes sociais estão divulgando fotos e campanhas contra o descaso das autoridades, onde não existe nenhuma testemunha, não há passeata, nem mesmo um instituto da paz a seu favor, a classe segundo a matéria está engessada,  e pelo visto não haverá quem cobre providências no Brasil, a campanha tem a intenção de despertar o perigo que é o país do futebol e da violência.
                    www.osecretariodopovo.com.br
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                      Direto de Petrolina/Eleições 2014

                      “Jerinho” é um personagem cômico e sempre esteve presente na vida política do Sertão.Na vitória de Jarbas Vasconcelos sobre Miguel Arraes,em plena Av. Agamenon Magalhães, “Jerinho”  protagonizou uma cena interessante.Com um candeeiro na mão(jingle de Arraes),ele correu atrás de uma professora que caiu em pânico.

                      Agora, ele envia para o nosso site, os prováveis candidatos em quem deseja votar em 2014.

                      Presidente: Eduardo Campos

                      Governador- Júlio Lóssio ou Fernando Bezerra Coelho

                      Senador- Jarbas Vasconcelos

                      Deputado Federal- Guilherme Coelho

                      Deputado Estadual- Wilson Monteiro

                       

                      “Quem viver, verá…”

                      Mensagem recebida no contato do Site Wilson Monteiro

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                        Nascendo de Novo/Wilson Monteiro

                        Senhor, eu quero nascer de novo.

                        Meu coração parece um rio poluído pela mão humana.

                        As manhãs já não têm o mesmo perfume…

                        O sorriso desapareceu dos meus lábios e

                        A solidão é companheira do meu sofrimento.

                        Tornei-me amante da ganância e estive entre os que zombam de ti.

                         

                        Educa-me!

                        Ensina-me a sabedoria existente na Tua Palavra

                        Para que eu possa falar de amor.

                        Assim, os que vivem em guerra,

                        Possam aprender o valor da paz.

                         

                        Da-me ma nova personalidade

                        Para que eu possa dizer aos outros

                        Que em ti reside a chave que abre a

                        Porta da Salvação.

                         

                        Fortalece-me!

                        Para que eu não seja vencido pelas ilusões da vida

                        E no meio de tantas ilusões

                        Acabe escravo das forças do mal.

                         

                        Perdoa-me

                        Dá-me um coração sereno

                        Para que minha juventude

                        Não seja chamada de velhice

                        Para que eu tenha forças para amar os outros

                        Mais do que a mim mesmo.

                         

                        Escrito por Wilson Monteiro

                        Wilson Monteiro é coordenador pedagógico na Escola Estadual José Vitorino de Barros e professor na Paulo Fernando dos Santos.

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                          Uma legião sem concurso

                          Veículo: Jornal do Commercio
                          Editoria: Cidades
                          Data: 13.05.2013
                          Na rede estadual, 41,3% dos docentes são temporários, quatro vezes mais do que o recomendado por conselho nacional.
                          Pernambuco ocupa a 10ª posição no ranking de Estados onde há maior concentração de professores temporários. Segundo levantamento realizado pelo Portal de Notícias UOL, 41,3% dos docentes que atuam na rede pública de ensino não são concursados. O número é quatro vezes maior do que o recomendado pelo Conselho Nacional de Educação.
                          Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Heleno Araújo, as vagas dos professores efetivos estão sendo ocupadas por temporários. “Expirou o prazo do concurso de 2008 e não chamaram os aprovados”, afirma.
                          Segundo ele, Pernambuco tem 16 mil professores temporários e uma média de 24 mil de carreira. “Isso corresponde a pouco mais de 40% do total, enquanto o Conselho Nacional de Educação diz que deveriam ser apenas 10% de docentes sem concurso, ou seja, um para cada grupo de 22 estudantes”, acrescenta.
                          “Trabalho em uma escola onde a maioria dos professores atua com contratos temporários. Eles ficam tolhidos, pois não conseguem desenvolver o trabalho direito. Há um rodízio e eles não sabem se vão conseguir dar continuidade aos projetos”, explica a professora Daniela Rabelo, da Escola Padre Dehon, na Iputinga, Zona Oeste do Recife. Ela explica, ainda, que se sente sobrecarregada, por ser a única efetiva no turno da manhã. “Os temporários, como sabem que ficarão pouco tempo na escola, se sentem desestimulados. É um prejuízo para ambos os lados”, diz.
                          Uma professora de português de uma escola no bairro de Areias, que preferiu não ser identificada, afirmou que ano passado foi transferida para três escolas diferentes. “Fui aprovada no concurso de 2008 e até agora não me chamaram. Desde 2009, estou como temporária. Muitos professores se sentem desestimulados. Eu faço minha parte, independentemente se vou sair da escola amanhã, mas nem todos agem da mesma maneira”, conta.
                          De acordo com o Secretário Estadual de Administração, Décio Padilha, o Estado tem 133 mil servidores ativos (concursados) e 21.500 temporários. Educação é a área onde há maior concentração de contratados sem seleção, por causa dos programas ligados à pasta. São 16.200 mil professores temporários.
                          “Os programas recebem verba do governo Federal e tem prazo para começar e acabar e, por isso, não podemos ter professores efetivos. Quando acaba o convênio encerra o dinheiro”, explica Décio.
                          Atualmente, segundo o gestor, há oito grande programas que demandam o elevado número de professores, são eles: Alfabetizar com Sucesso, Chapéu de Palha, Mãe Coruja, Mais Educação, Paulo Freire, Pro-Jovem, Saberes da Terra e Travessia.
                          “Temos uma meta de chegar a 2015 com um quadro de 30% do que se tem hoje de temporários, em virtude do encerramento de alguns grandes programas e da municipalização do Ensino Fundamental 2”, afirma Padilha. “A contratação temporária está com os dias contados, mas hoje temos grandes programas que justificam e absorvem esses 16 mil professores”, pontua.
                          Padilha também afirmou que 163 docentes que passaram no concurso de 2008 foram nomeados nos primeiros quatro meses deste ano. “Vamos retomar o programa de nomeação assim que o comprometimento da Receita Corrente Líquida se equilibrar. O resultado do primeiro quadrimestre deve sair esses dias, daí podemos pensar nas nomeações”, conta. A previsão é nomear mais 300 professores.
                          “A gente está investindo muito em pessoal de carreira. Não é diretriz do governo priorizar contratação temporária face à contratação de profissionais de carreira. Temos trabalhado para tirar os temporários de dentro das salas de aula”, diz.
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                            A poesia em destaque

                            Poesia da PROFESSORA Maria do Socorro Feitosa.
                            Vencedora do Concurso de Poesia 2012/ Salgueiro-PE
                            @Eremsal2013

                            PERFIL

                            Lá vai Maria traçando seu caminho
                            Passos apressados, ombros levantados
                            Como se carregasse a dor do mundo
                            Simples como as flores do campo
                            Que brotam ao nascer do sol
                            E morrem ao entardecer

                            Lá vem Maria de volta do seu caminho
                            Olhos perdidos, fitando o nada
                            Traçando os sonhos e matando o tempo
                            Em busca da esperança que se perdeu
                            Pelos atalhos da vida

                            Lá vai Maria para mais um dia
                            Driblando o vento, pedindo tempo para
                            Recomeçar
                            Trazendo no rosto as marcas que só
                            O tempo é capaz de dá

                            Maria, Maria
                            Quantas histórias você escreveu
                            Quantas viveu e pôde sonhar
                            Quantas sonhou e não pôde viver
                            Quantas mentiu para sobreviver
                            E outras que guardou e não pode contar
                            Maria, os sonhos eram pesadelos
                            Que mesmo amargos eram sonhos
                            Agora nem sonhos, nem pesadelos
                            Tudo é silêncio
                            Tudo é vazio
                            O tempo acabou

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                              Salgueiro terá programação cultural dentro da 11ª Semana Nacional de Museus

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                              Os atrativos em torno da 11ª edição da Semana Nacional de Museus começam em Salgueiro nesta segunda-feira (13) e seguem até o dia 17 com uma vasta programação que tem o apoio da Prefeitura através da Secretaria de Cultura e Esportes. Organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o tema deste ano é “Museus +  memória + criatividade = Mudança Social”, equação inspiradora  para ressaltar o Dia Internacional dos Museus que se comemora oficialmente no dia 18 de maio. 

                              A semana é realizada todo ano quando os museus de todo país, convidados pelo Ibram, desenvolvem uma programação especial em suas unidades. O Museu Levino Nunes de Alencar Barros, em Salgueiro,  estará com uma exposição permanente contando a história de Salgueiro através de documentos, peças ornamentais, objetivos de trabalho, galeria dos prefeitos, fósseis e sala religiosa. A visita será sempre das 8h às 12h.

                              “A semana faz parte de um conjunto de esforços voltado a um fim comum que é valorizar e divulgar as atividades do museu Levino Nunes de Alencar para assim fortalecer a importância e a existência do museu no imaginário do cidadão salgueirense”, destacou a coordenadora Nivaneide Costa

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                                Reflexão sobre a morte de Dona Rosa/Wilson Monteiro

                                Dona Rosa era uma incentivadora do Professor-Poeta, Wilson Monteiro. As duas candidaturas nas quais não obtive sucesso, ela pediu votos ao povo e tem empenho.Na primeira, disputando pelo PCdoB e com poucos recursos, obtivemos 368 votos. Na segunda, com um maior número de candidato e sem estímulo, 228.

                                Era apaixonada pela Coligação conhecida como “Leão” disputa com a Zebra, o poder do município. Ela pedia a Wilson Monteiro que fosse sepultada com as cores do partido que amava.No velório, fiquei muito feliz, ao ver Dona Rosa com as cores amarelo-ouros, rosas que mostrava a lealdade à legenda. No entanto, no velório observamos um comparecimento da “Zebra” e não dos democratas.

                                No momento, o silêncio na Rua onde morava confirma nossas palavras: “Dona Rua Morreu”.Foi-se um pedaço da Agamenon Magalhães”. Os pontos de comércio mostra que a rua vem definhando com o vazio.

                                Cidadã Salgueirense, através de uma pesquisa feita pelo professor-poeta, Wilson Monteiro, cuja história, foi apresentada na Câmara Municipal pelo ex-vereador Antenor Filho, Dona Rosa fica na lembrança do povo.

                                Certa vez vi num pára-choque de caminhão: A saudade é a carga mais pesada”

                                São estes os sentimentos do Site Wilson Monteiro.

                                 

                                Escrito pelo professor Wilson Monteiro

                                Seja social, Compartilhe!

                                  Homenagem de Hélio Ferreira

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                                    A órfã na sepultura

                                    Minha mãe, a noite é fria,
                                    Desce a neblina sombria,
                                    Geme o riacho no val
                                    E a bananeira farfalha,
                                    Como o som de uma mortalha
                                    Que rasga o gênio do mal.

                                    Não vês que noite cerrada?
                                    Ouviste essa gargalhada
                                    Na mata escura? ai de mim!
                                    Mãe, ó mãe, tremo de medo.
                                    Oh! quando enfim teu segredo,
                                    Teu segredo terá fim?

                                    Foi ontem que à Ave-Maria
                                    O sino da freguesia,
                                    Me fez tanto soluçar.
                                    Foi ontem que te calaste…
                                    Dormiste . . os olhos fechaste…
                                    Nem me fizeste rezar! …

                                    Sentei-me junto ao teu leito,
                                    ‘Stava tão frio o teu peito,
                                    Que eu fui o fogo atiçar.
                                    Parece que então me viste
                                    Porque dormindo sorriste
                                    Como uma santa no altar.

                                    Depois o fogo apagou-se,
                                    Tudo no quarto calou-se,
                                    E eu também calei-me então.
                                    Somente acesa uma vela
                                    Triste, de cera amarela,
                                    Tremia na escuridão.

                                    Apenas nascera o dia,
                                    À voz do maridedia
                                    Saltei contente de pé.
                                    Cantavam os passarinhos
                                    Que fabricavam seus ninhos
                                    No telhado de sapé.

                                    Porém tu, por que dormias,
                                    Por que já não me dizias
                                    “Filha do meu coração?”
                                    ‘Stavas aflita comigo?
                                    Mãe, abracei-me contigo,
                                    Pedi-te embalde perdão…

                                    Chorei muito! ai triste vida!
                                    Chorei muito, arrependida
                                    Do que talvez fiz a ti.
                                    Depois rezei ajoelhada
                                    A reza da madrugada
                                    Que tantas vezes te ouvi:

                                    “Senhor Deus, que após a noite
                                    “Mandas a luz do arrebol,
                                    “Que vestes a esfarrapada
                                    “Com o manto rico do sol,

                                    “Tu que dás à flor o orvalho,
                                    “Às aves o céu e o ar,
                                    “Que dás as frutas ao galho,
                                    “Ao desgraçado o chorar;

                                    “Que desfias diamantes
                                    “Em cada raio de luz,
                                    “Que espalhas flores de estrelas
                                    “Do céu nos campos azuis;

                                    “Senhor Deus, tu que perdoas
                                    “A toda alma que chorou,
                                    “Como a clícia das lagoas,
                                    “Que a água da chuva lavou;

                                    “Faze da alma da inocente
                                    “O ninho do teu amor,
                                    “Verte o orvalho da virtude
                                    “Na minha pequena flor.

                                    “Que minha filha algum dia
                                    “Eu veja livre e feliz! …
                                    “Ó Santa Virgem Maria,
                                    “Sê mãe da pobre infeliz.”

                                    Inda lembras-te! dizias,
                                    Sempre que a reza me ouvias
                                    Em prantos de a sufocar:
                                    “Ai! têm orvalhos as flores,
                                    “Tu, filha dos meus amores,
                                    “Tens o orvalho do chorar”.

                                    Mas hoje sempre sisuda
                                    Me ouviste… ficaste muda,
                                    Sorrindo não sei pra quem.
                                    Quase então que eu tive medo…
                                    Parecia que um segredo
                                    Dizias baixinho a alguém.

                                    Depois… depois… me arrastaram…
                                    Depois… sim… te carregaram
                                    P’ra vir te esconder aqui.
                                    Eu sozinha lá na sala…
                                    ‘Stava tão triste a senzala…
                                    Mãe, para ver-te eu fugi…

                                    E agora, ó Deus!… se te chamo
                                    Não me respondes!… se clamo,
                                    Respondem-me os ventos suis…
                                    No leito onde a rosa medra
                                    Tu tens por lençol a pedra,
                                    Por travesseiro uma cruz.

                                    É muito estreito esse leito?
                                    Que importa? abre-me teu peito
                                    — Ninho infinito de amor.
                                    — Palmeira — quero-te a sombra.
                                    — Terra — dá-me a tua alfombra.
                                    — Santo fogo — o teu calor.

                                    Mãe, minha voz já me assusta…
                                    Alguém na floresta adusta
                                    Repete os soluços meus.
                                    Sacode a terra… desperta!…
                                    Ou dá-me a mesma coberta’
                                    Minha mãe… meu céu… meu Deus…

                                    Fonte: www.secrel.com.br

                                     

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                                      “Pra não dizer que não falei de flores” (ou a versão verdadeira dos fatos)

                                      Machado Freire says:
                                      10 de Maio de 2013 at 22:51 (Edit)

                                      “Pra não dizer que não falei de flores”
                                      (ou a versão verdadeira dos fatos)

                                      Por Machado Freire

                                      Informo aos incautos que no tempo da ditadura nós que efetivamente tínhamos compromisso com o povo brasileiro -que vivia os seus piores dias-, sem direito a isso que estamos fazendo aqui (bem diferente desses que vivem se locupletando no poder onde chegam só Deus sabe como ), tínhamos candidato apenas para defender nossa gente do regime autoritário. Nossa tribuna e palanque eram o meio da rua, as praças…

                                      Naquele tempo quem comprava voto eram os donos dos “curais eleitorais” que ainda existem, travestidos de coronéis do asfalto, uma espécie de gente que se passa por sério, competente e até que se mete a falar, mas não diz “coisa com coisa”. É o gato escondido com o rabo de fora.

                                      Ai estão as prefeituras e a Codevasf para servir de “estepe’ para projetos pessoais de algumas figuras conhecidas. Há mais de 30 anos Mansueto de Lavor já denunciava esse monstrengo que ainda hoje é controlado pela família Coelho, na maior cara de pau.

                                      Não tínhamos, na verdade, nenhuma chance de eleição. A eleição era o gesto, a ação, a participação no processo até chegarmos ao que chegamos: a conquista da democracia, que em nosso país é capenga, em função das desigualdades sociais, da roubalheira, da falta de responsabilidade da maioria dos prefeitos que sequer cuidam da população e gastam com festas e praticam esse imoral e desavergonhado nepotismo, etc, etc.

                                      Então, não venha qualquer um colocar em dúvida o meu posicionamento quanto a uma questão de fato, pois como se sabe (e ninguém é criança) quando se tenta fabricar candidaturas a três por quatro. O que se faz, hoje, é “entrar na briga para ganhar” de qualquer jeito, enquanto a seca devastadora persiste com a mesma cara do passado e muito mais implacável..

                                      Não sou defensor da manutenção pura e simples da permanência dos três ou mais parlamentares que hoje representam o Sertão na Câmara Federal. Que sejam eleitos tantos quantos o povo determinar através do voto limpo.

                                      O que estamos questionando é um fato político que surgiu de uma hora para outra, tal qual o que acontece com o cenário maluco que dar conta da sucessão presidencial, onde não se sabe PORQUE, com quase dois anos de antecedência, foi aberto o processo sucessório para a Presidência da República. Este não é o momento de lançamento de candidatura nem de presidente de “briga de galo”. é inoportuno e inconveniente se lançar candidaturas a torto e a direta.

                                      Em Salgueiro não acontece diferente. Se fala em sucessão quando o município se encontra num verdadeiro mar de dificuldades, com uma administração fraca e sem nenhum propósito de atingir os objetivos (e direitos) da população.

                                      Somos uma cidade verdadeiramente desarrumada, desestruturada e que precisa, de fato de um gestor zeloso e que demonstre gostar das pessoas e cumpra com aquilo que o povo espera. O povo paga imposto e é um direito seu exigir do poder público, em todos os níveis.

                                      Há dois dias, eu e mais dois companheiros passamos em frente desse troço que chamam de matadouro. Tivermos que aumentar a velocidade do carro, tamanha era a fedentina daquele ambiente imoral. Não se sabe como os trabalhadores que lá estavam conseguem suportar tamanha imundice. Se a população tivesse conhecimento do que acontece por lá, não compararia carne para comer. O Ministério Público deve mandar fechar aquele troço vergonhoso.

                                      Então, em vez de se falar em candidaturas mirabolantes e interesses pessoais de quem quer que seja, vamos, primeiro, cumprir com a obrigação. A cidade está um buraco só, com ruas quase intransitáveis.

                                      Mais recente: Ministério Público está denunciando o caso do Transporte Escolar no município que deveria Sr um modelo para o Sertão Central. Isso é um absurdo!

                                      Nada disso se justifica tendo em vista que os que estão no poder tem quase uma sequência de cinco administrações juntas, chegando há mais de vinte anos à frente do Poder Público Municipal.

                                      Ninguém-seja bajulador ou simples eleitor, pode esquecer que a administração pública existe para zelar pela qualidade de vida da população. E os que estão lá – que pelo menos foram eleitos para isso, precisam justificar pelo menos as vantagens pessoais, política e familiares que tiram do Poder Público.

                                      E quem está rabiscando estas linhas não é nenhum imbecil e jamais paparicou ou bajulou esse ou aquele político. Votou, vota; apoiou e continua apoiando de forma correta.

                                      Tenho amizade com muitos, mas não devo satisfação a nenhum deles. Voto em quem quero e levanto a bandeira para quem merece.

                                      E ponto final

                                       

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                                        Professor Wilson Monteiro fala da indicação de Ranílson Ramos para o TCE

                                        Um comentário para ALEPE aprova indicação de Ranílson Ramos

                                        1. admin says:

                                          Meu amigo Ranílson Ramos:
                                          Este é um dia feliz em minha vida, pois, Ranílson Ramos proporcionou na minha vida um tempo inesquecível: Fui assessor parlamentar do ex-deputado por 08 anos.Que o Nosso Senhor Jesus Cristo ilumine esta nova oportunidade.O Sertão conhece o trabalho incansável pelos mais pobres
                                          Wilson Monteiro
                                          Salgueiro-PE

                                         

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